Os antipsicóticos provam seu papel e a nova geração dessas drogas vem melhorar o controle do distúrbio pós cinco décadas de pesquisas com essa classe terapêutica, uma revisão de trabalhos publicada pela Universidade de Munique, na Alemanha, aponta que os antipsicóticos diminuem em pelo menos 60% o risco de crises marcadas por delírios e, consequentemente, a necessidade de internação. Com a chegada de uma nova linha desse tipo de medicamento, os antipsicóticos injetáveis de depósito, espera-se ampliar o sucesso do tratamento. "Esses fármacos superam as drogas orais na prevenção das recaídas e garantem maior adesão à terapia", diz o psiquiatra Rodrigo Bressan, coordenador do Programa de Esquizofrenia da Universidade Federal de São Paulo. No ano passado, foi aprovado no Brasil o último representante desse segmento, uma droga do laboratório Janssen-Cilag. "Ela tem a vantagem de atuar tanto na crise em si quanto no controle prolongado do distúrbio", avalia Bressan.
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